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Alice Costa Souza, Diário da melancolia, 2003
Fabíola Tasca, 1ª Polifônica de Diamantina, 2008
Clara Albinati, A Paixão Segundo, 2008
Ines Linke e Louise Ganz, Percursos, 2007
Maria Angélica Melendi, Altares de la Santa Muerte, México, DF
Lais Myrrha, Compensação dos erros, 2007
Hélio Nunes, (Para que serve a pintura?) Para plantar feijões que não nascem, 2008
Maria Angélica Melendi, Altar em Tepito, México, DF
Rachel Falcão, Habita Vida, 2000-2003
Maria Angélica Melendi, Santuário de Cromañón, Buenos Aires, Argentina

(Para que serve a pintura?) Para criar buraco em sabão... dando razão àqueles que não consideram Dalí surrealista, 2011

Hélio Nunes, (Para que serve a pintura?) Para criar buraco em sabão... dando razão àqueles que não consideram Dalí surrealista, 2011

(Para que serve a pintura?) Para criar buraco em sabão, de forma que pode muito bem servir de moldura para um fragmento no Salvador Dalí que se empoeira no ateliê, ilustrando assim a tese de Wölfflin, dando razão àqueles que não consideram Dalí surrealista, 2011, acontecimento pós-pictórico com sabão, dimensões variáveis (7,5x5,8x1 cm).

Para quem não é pintor: quando limpamos os pincéis, geralmente abrimos buracos como esse.

Comentários

o buraco

caro hélio,

 

sua rigorosa proposta de devolver à pintura uma utilidade inexorável, da natureza perdida, é algo que muito me comove.

 

abraço,

 

fabíola