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Ines Linke e Louise Ganz, Percursos, 2007
Hélio Nunes, Depois de Fernando Bryce, 2008-2010
João Castilho, Linhas, 2008
Maria Angélica Melendi, Altares de la Santa Muerte, México, DF
Maria Angélica Melendi, Santuário de Cromañón, Buenos Aires, Argentina
Hélio Nunes, (Para que serve a pintura?) Para tapar um buraco na mesa onde tomo café com uma imagem temática, 2008
Maria Angélica Melendi, Altares de la Santa Muerte, México, DF
Sávio Reale, Tapetes Pampulha (Coleção Pampulha)
Lais Myrrha, Compensação dos erros, 2007
Maria Angélica Melendi, Altar em  Chapultepec, Mexico, DF

(Para que serve a pintura?) Para criar buraco em sabão... dando razão àqueles que não consideram Dalí surrealista, 2011

Hélio Nunes, (Para que serve a pintura?) Para criar buraco em sabão... dando razão àqueles que não consideram Dalí surrealista, 2011

(Para que serve a pintura?) Para criar buraco em sabão, de forma que pode muito bem servir de moldura para um fragmento no Salvador Dalí que se empoeira no ateliê, ilustrando assim a tese de Wölfflin, dando razão àqueles que não consideram Dalí surrealista, 2011, acontecimento pós-pictórico com sabão, dimensões variáveis (7,5x5,8x1 cm).

Para quem não é pintor: quando limpamos os pincéis, geralmente abrimos buracos como esse.

Comentários

o buraco

caro hélio,

 

sua rigorosa proposta de devolver à pintura uma utilidade inexorável, da natureza perdida, é algo que muito me comove.

 

abraço,

 

fabíola