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Melissa Rocha, Projeção Luz, 2008
Maria Angélica Melendi, Santuário de Cromañón, Buenos Aires, Argentina
Hélio Nunes, Ordenação empilhativa de “Liberdade – o homem nasceu para pensar”, 2012 [1962]
Adolfo Cifuentes, El Viajero, 1995
Maria Angélica Melendi, Altares de la Santa Muerte, México, DF
Sávio Reale, s/t
João Castilho, Aqui tudo, 2007
Sávio Reale, s/t
Maria Angélica Melendi, Altar em Tepito, México, DF
Rachel Falcão, Venha a nós o vosso reino..., 2003-2005 (detalhe)

Depois de Fernando Bryce, 2008-2010

Hélio Nunes, Depois de Fernando Bryce, 2008-2010

acontecimento fotografia digital (instalação Visión de La Pintura Occidental, 28ª Bienal de São Paulo).

Essa fotografia, para mim, é paradigmática: como pensar o pensamento e as expectativas dessa moça que olha através da objetiva; como encarnar a outra moça que posa para a foto; como imaginar o que o bombeiro divaga; como pensar o meu pensamento e minhas expectativas no momento que fotografei tudo isso? Como, finalmente, a partir desses inúmeros espaços, chegar ao espaço onde a obra de Fernando Bryce se encontra?